Há muitas reflexões sobre isto. Pessimistas acreditam ser uma tragédia, otimistas afirmam ser uma bênção. A coisa fica relativamente equilibrada. E quando se fala de vida, pensa-se no ser humano, antes mesmo de outros seres vivos. Existem linhas que nos fazem desalmá-lo, demonizá-lo ou desprezá-lo, outras que nos fazem amá-lo e/ou admirá-lo.
Os anos vão passando, mostrando novas situações que refletem as anteriores. Como se fossem uma nova oportunidade de fazer algo diferente num mesmo enredo ou circunstância. É como um círculo, que dá voltas e mais voltas, mas noutro momento é como se voltássemos à primeira fase já vivida.
Dias vão, dias vem... e em muitos deles, mal se aproveitam as horas, quem dirá os minutos, muito menos os segundos! Pois, há de se correr, correr e correr. Mas quando pàra, humm... aí já é tarde, a velhice bate à porta!
Acho tão engraçada a vida. Você é doutrinado à trabalhar e estudar à vida toda para garantir seu "futuro". Aposenta-se, mas, geralmente, não tem mais energias para então aproveitar bem a vida. Além de ser quase certo de adquirir um câncer ou outra doença tão nociva quanto esta. Vive para ser escravo do Sistema, mal entende o motivo de ter nascido e mal quer compreender o porquê de ser mais um nesse "bolo" a ir à uma luta um tanto estranha.
Você vive se questionando e busca saber e saber a verdade, mas, mesmo levando anos nessa busca, parece estar sempre sem uma resposta lógica e absoluta. Vive do achismo e do sentimentalismo, da fé ou crença religiosa, enquanto outros resolvem não acreditar em nada, e pelo simples fato de não acreditar, já se vêem acreditando, e após décadas e mais décadas neste impasse, vê que precisa se aliar à ambição, para crescer e alcansar esse marco que já lhe idealizaram, mas percebe que precisa mais a frente não dar abertura à ganância, para não escorregar. Entende que sem a fé, a vida lhe parece ainda mais insana e sem lógica ou sem tréguas. Aprende a ser forte perante os acontecimentos ruins. Desaprende muita coisa também. E vai levando, submetendo-se aos altos e baixos da vida. Forçosamente, é claro! Tem que lidar com pessoas indesejáveis e compreender o incompreensível. É obrigado a se socializar para não ficar confinado à insanidade. Chega ao ponto de se perguntar o por quê de um mundo tão contrário e cruel. Onde todos os dias morre alguém injustiçado, seja de fome ou de bala perdida, seja de amor ou de ódio, seja do que for, você precisa entender isto e continuar sobrevivendo. Precisa aceitar que uns são mais privilegiados, enquanto outros são escravizados e submetidos aos piores fardos que se possa imaginar.
Nesse mundo, as alegrias para nós, simplesmente são tão passageiras quanto a primavera para o ano, e as páginas da vida vão se virando e condicionando novas estórias e histórias, emoções e personagens.
No fim, entendo que a vida só ganha da morte porque nesta, você morre de uma vez, naquela, morre várias vezes e pode se reinventar a cada renascer.
Vai, Lorena, ser gauche na vida!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
Ditadura Digital ou Garantia do Respeito ao "Ofendido"?
Podemos perceber com muita frequência, em certas notícias, na maioria das vezes sem muito destaque, a infiltração cada vez mais aprofundada do Governo e de determinados órgãos, sejam públicos ou privados. Digo isto porquê, chamou-me muita atenção uma notícia visualizada na semana passada, senão me engano no RJTV da GLOBO, (onde um homem foi preso, em sua residência, sem este saber o verdadeiro motivo. Somente ao chegar à Delegacia soube que foi por ter dado sua opinião em um site onde o mesmo criticava a ação de certos policiais em um determinado caso, mas o mesmo foi solto, pois não tratava de desrespeito ou abuso às autoridades policiais, e a ação dos policiais "ofendidos" foi imprópria em prendê-lo desta forma e por tais motivos, etc...). Ou seja, isto trouxe uma certa reflexão, pois, podemos constatar que cada vez mais estamos perdendo nossos direitos de expressão na internet. Já não o temos em absoluta garantia em outros meios de comunicação, agora estamos restritos também pela internet, onde era o meio mais democrático dentre os outros.
Resolvi dar ênfase à esta questão, pois, trata-se de uma "ditadura" implícita a todos nós, internautas que costumam levantar questões, deixar expostas suas opiniões e desenvolver debates em relação a assuntos polêmicos, notícias e fatos que chocam a sociedade.
Temos que nos policiar, controlar e observar aonde e com quem estamos debatendo ou expondo nossas opiniões, pois a coisa está séria.
Por outro lado, esta "opressão digital", pode ajudar as pessoas a entenderem que a Era Digital, onde tem nos provocado muitos paradigmas sociais e conceituais, não é necessariamente o principal meio para expor suas opiniões, suas pessoalidades e acontecimentos personalizados de seu cotidiano.
Lanço a questão: Será que é, esta participação cada vez mais nítida e presente dos órgãos públicos e privados nas redes sociais, sites de opiniões, etc., um meio de estabelecer poder sobre nós (internautas, civis, cidadãos, pessoas físicas...) de maneira à afastar a democracia na esfera Digital? Esta é para refletir!
Resolvi dar ênfase à esta questão, pois, trata-se de uma "ditadura" implícita a todos nós, internautas que costumam levantar questões, deixar expostas suas opiniões e desenvolver debates em relação a assuntos polêmicos, notícias e fatos que chocam a sociedade.
Temos que nos policiar, controlar e observar aonde e com quem estamos debatendo ou expondo nossas opiniões, pois a coisa está séria.
Por outro lado, esta "opressão digital", pode ajudar as pessoas a entenderem que a Era Digital, onde tem nos provocado muitos paradigmas sociais e conceituais, não é necessariamente o principal meio para expor suas opiniões, suas pessoalidades e acontecimentos personalizados de seu cotidiano.
Lanço a questão: Será que é, esta participação cada vez mais nítida e presente dos órgãos públicos e privados nas redes sociais, sites de opiniões, etc., um meio de estabelecer poder sobre nós (internautas, civis, cidadãos, pessoas físicas...) de maneira à afastar a democracia na esfera Digital? Esta é para refletir!
Por Lorena Lima
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Opinião!
Bom, é bacana que o povo tenha senso crítico e nãose acomode com as falhas do governo regente, mas, por favor, quando forem
criticar POLÍTICA, que ao menos seja com um pouquinho de conteúdo em detalhes
mais importante, não fique parecendo um
retardado que só sabe falar merda e ficar repetindo inutilidades ditas por
partidos de esquerda, servindo de marionete! Observem essas imagens, vi num
debate e resolvi colocar para que possamos refletir! Lembro aos
"críticos": não defendo partido algum, mas sou realista quanto a
diferença entre o "antes" e o "agora"! E para quem idolatra
FHC, deviam ter uma memória mais forte, já que não faz muitos anos... Foram
quase 50 escândalos durante sua regência. Se analisarmos bem,
todos os presidentes tiveram problemas ou boatos quanto à corrupção, então, não
me surpreende esse lance do Mensalão. Mas, infelizmente, num país ao qual é
tradicional em corrupção, acho que devemos sim continuar lutando para acabarmos
com isto (embora quase seja impossível, uma vez que a corrupção tornou-se algo
nato dos brasileiros), não deixarmos de analisar certos desenvolvimentos
importantes entre um partido e outro atuante no nosso país.
Dando ênfase a minha opinião: acho
que falta ainda muito a ser conquistado em demais áreas (por exemplo: saúde, educação,
segurança, etc), há muita carência. Mas o que estou invocando aqui é uma visão
voltada mais para a parte contábil, econômica, de uma importância geral, não
específica. O que acontece com
o Brasil, em termos de falência de setores tão importantes como estes e o
desequilíbrio econômico social para o povo, principalmente o mais voltado para
a classe média a mais baixa, sempre aconteceu; a diferença é que havia um governo
mais voltado para as elites e, o atual, desde a época de Lula, por pior que
seja, superou o anterior neste aspecto e manteve o Brasil mais equilibrado a
termos econômicos e sociais, o que é um avanço. Mas esses problemas sociais não são só evidentes
no Brasil, a mídia vai orquestrando bem essas informações e fazendo com que o
povo tenha pensamentos pequenos, limitados. Sugiro que observem mais e busquem outras fontes para complementar aquilo que lhe foi passado. Onde é muito mais cômodo fazer
críticas às condições da educação, da saúde, da segurança (veja bem, não estou
dizendo que não deva haver questionamentos) sem base taxativa de comparação
entre um governo a outro. Hoje você tem que concordar que o nosso país obteve
um avanço brutal, mesmo que não seja ainda o que queremos, de igualdade social.
Mas, apenas estou dando uma visão mais amplificada sobre o problema. Temos que cobrar
mesmo do Governo, sempre! Mas, com muita análise, de olho na verdade e sempre
comparando um a outro!
que falta ainda muito a ser conquistado em demais áreas (por exemplo: saúde, educação,
segurança, etc), há muita carência. Mas o que estou invocando aqui é uma visão
voltada mais para a parte contábil, econômica, de uma importância geral, não
específica. O que acontece com
o Brasil, em termos de falência de setores tão importantes como estes e o
desequilíbrio econômico social para o povo, principalmente o mais voltado para
a classe média a mais baixa, sempre aconteceu; a diferença é que havia um governo
mais voltado para as elites e, o atual, desde a época de Lula, por pior que
seja, superou o anterior neste aspecto e manteve o Brasil mais equilibrado a
termos econômicos e sociais, o que é um avanço. Mas esses problemas sociais não são só evidentes
no Brasil, a mídia vai orquestrando bem essas informações e fazendo com que o
povo tenha pensamentos pequenos, limitados. Sugiro que observem mais e busquem outras fontes para complementar aquilo que lhe foi passado. Onde é muito mais cômodo fazer
críticas às condições da educação, da saúde, da segurança (veja bem, não estou
dizendo que não deva haver questionamentos) sem base taxativa de comparação
entre um governo a outro. Hoje você tem que concordar que o nosso país obteve
um avanço brutal, mesmo que não seja ainda o que queremos, de igualdade social.
Mas, apenas estou dando uma visão mais amplificada sobre o problema. Temos que cobrar
mesmo do Governo, sempre! Mas, com muita análise, de olho na verdade e sempre
comparando um a outro!
Lorena Lima
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Sociedade escrava do Sistema é assim!
É impressionante como o ser humano manipula, ataca e hostiliza as coisas que deveriam ser tão simples de se resolver.
Há pessoas até morrendo por achar graça ou fazer algo que, outros vêem maldosamente. E o indivíduo, muita das vezes, por inocência, realiza sem pensar que aquilo vá trazer transtornos e desavenças a sua vida ou de terceiros. O mesmo passa a ser julgado e, até mesmo, agredido verbal ou fisicamente. E o mais engraçado é que, pessoas com boa formação intelectual entra também neste grupo social julgador e agressor, achando super normal ter este tipo de postura com outrem.
É, estamos vivendo numa sociedade cada vez mais hipócrita e, muito perigosa por este sentido. Isso sim é de se preocupar!
O nível máximo da hipocrisia hoje foi eu ver uma notícia engraçada (na internet), aparentemente, e quando li, observei a ignorância de quem publicou e, mais ainda das pessoas que comentaram, além da pura hipocrisia no ar. Nem tive como comentar, além de ficar impressionada como o sistema funciona de maneira super eficaz na vida, mente e comportamento das pessoas. Tornou-se tão natural hoje em dia sair uma notícia engraçada, e sempre há um para fazer um comentário relativo, achando graça da mesma, até porquê, a intenção deveria ser de provocar risos, porém, surge uma manada de "pensadores e idealistas contemporâneos" (estilo Valesca Popozuda) hostilizando tal indivíduo, como se o cara fosse maníaco, preconceituoso ou algo nesse patamar. É realmente ridículo. Então, diante deste perfil de sociedade, desta "democracia" que idealizam para nós ostentada de hipocrisia e distorções, posso dizer serenamente: observem, reflitam (pensa um pouco) e não se deixem contaminar pelos estupros excessivos à sua mente!
(Trata-se desta notícia: http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/3811-kenny-conheca-o-tigre-branco-que-nasceu-com-sindrome-de-down-)
A ignorância começa pelo transmissor da notícia em dizer que um tigre tem Síndrome de Down, sendo que essa doença só é possível ser desenvolvida em humanos, começa a ser engraçado por aí. Daí surgem comentários de indivíduos brincando e tal... logo em seguida vem a Hipocrisia demasiada de alguns, dizendo que o tigre é lindo e coisa e tal... e para finalizar, a manada dos "pensadores contemporâneos" começam a hostilizar os indivíduos que brincaram dizendo ser preconceito e outras coisas mais... É assim que surge a sociedade uniformemente manipulada e idealista de uma democracia na qual tem que vitimizar tudo e todos que tenham algum tipo de "anormalidade" e tornar o Bulling algo constante e genérico nos assuntos que são inofensivos. E isto, meu caro, torna-se cada vez mais massante e repugnante.
Há pessoas até morrendo por achar graça ou fazer algo que, outros vêem maldosamente. E o indivíduo, muita das vezes, por inocência, realiza sem pensar que aquilo vá trazer transtornos e desavenças a sua vida ou de terceiros. O mesmo passa a ser julgado e, até mesmo, agredido verbal ou fisicamente. E o mais engraçado é que, pessoas com boa formação intelectual entra também neste grupo social julgador e agressor, achando super normal ter este tipo de postura com outrem.
É, estamos vivendo numa sociedade cada vez mais hipócrita e, muito perigosa por este sentido. Isso sim é de se preocupar!
O nível máximo da hipocrisia hoje foi eu ver uma notícia engraçada (na internet), aparentemente, e quando li, observei a ignorância de quem publicou e, mais ainda das pessoas que comentaram, além da pura hipocrisia no ar. Nem tive como comentar, além de ficar impressionada como o sistema funciona de maneira super eficaz na vida, mente e comportamento das pessoas. Tornou-se tão natural hoje em dia sair uma notícia engraçada, e sempre há um para fazer um comentário relativo, achando graça da mesma, até porquê, a intenção deveria ser de provocar risos, porém, surge uma manada de "pensadores e idealistas contemporâneos" (estilo Valesca Popozuda) hostilizando tal indivíduo, como se o cara fosse maníaco, preconceituoso ou algo nesse patamar. É realmente ridículo. Então, diante deste perfil de sociedade, desta "democracia" que idealizam para nós ostentada de hipocrisia e distorções, posso dizer serenamente: observem, reflitam (pensa um pouco) e não se deixem contaminar pelos estupros excessivos à sua mente!
(Trata-se desta notícia: http://www.jornalciencia.com/meio-ambiente/animais/3811-kenny-conheca-o-tigre-branco-que-nasceu-com-sindrome-de-down-)
A ignorância começa pelo transmissor da notícia em dizer que um tigre tem Síndrome de Down, sendo que essa doença só é possível ser desenvolvida em humanos, começa a ser engraçado por aí. Daí surgem comentários de indivíduos brincando e tal... logo em seguida vem a Hipocrisia demasiada de alguns, dizendo que o tigre é lindo e coisa e tal... e para finalizar, a manada dos "pensadores contemporâneos" começam a hostilizar os indivíduos que brincaram dizendo ser preconceito e outras coisas mais... É assim que surge a sociedade uniformemente manipulada e idealista de uma democracia na qual tem que vitimizar tudo e todos que tenham algum tipo de "anormalidade" e tornar o Bulling algo constante e genérico nos assuntos que são inofensivos. E isto, meu caro, torna-se cada vez mais massante e repugnante.
Lorena Lima
quinta-feira, 27 de março de 2014
É tempo de se pensar...
Às vezes, faz-me falta um abraço verdadeiro, um olhar inocente, uma risada solta de doer a barriga, como de quando lhe fazem cócegas sem você estar esperando, sabe?!
Às vezes, faz-me falta um cafuné, confiar em alguém, dormir de conchinha, cantar no chuveiro, andar nu pela casa, ler um bom livro, ouvir as músicas prediletas, mesmo não estando mais na moda.
Às vezes, faz-me bem os dias frios e solitários, pois só assim aprendo a dar devido valor aos calorosos e com boas companhias. E, muito das vezes, somente a companhia dos meus pensamentos é justamente quando me trás equilíbrio, fazendo uma boa gestão do meu eu.
Às vezes, faz-me muito bem acordar e perceber que sou saudável, que possuo visão para olhar o belo, que tenho pernas para correr todos os dias, mãos para sentir, tocar ou até mesmo fazer carinhos em meu cachorrinhos...
Às vezes, faz-me bem uma situação mais radical, algo que me traga adrenalina e faça-me fugir deste "plano", mesmo que por instantes e alcançar o imaginário.
Às vezes, faz-me bem chorar antes de dormir, pois, geralmente, acordo sorrindo.
Às vezes, faz-me bem um monte de coisa...
E, mesmo havendo as controvérsias da vida, ainda há tempo de se pensar o que realmente tem mais valor e peso sobre mim: "agradecer mais ou reclamar mais?"; Sendo assim, sigo em frente, conforme acredita-se ser o melhor a fazer! .
Lorena Lima
quinta-feira, 20 de março de 2014
Amar é simplesmente AMAR!!!
Enganar-se-á quem pensas que AMOR é só sentimento.
Pois, praticar o ato de amar está ligado principalmente em cuidar de outrem, assim como de si mesmo. Amar é respeitar as limitações de outrem, e ajudá-lo(a) a superá-las. Amar é dividir! Amar é lutar sempre por evolução. Amar é ir de encontro a alma de outrem, sem limites, sem tolerância, com fé e entrega. Amar é saber detectar ciúmes de seu companheiro (a) e ajudá-lo(a) a superar todos, passando confiança. Amar é entender que CONFIANÇA não nasce da noite para o dia, e sim de anos e anos de proximidade, de conquista, de demonstrações de fidelidade e cumplicidade. Amar não é o que a mídia vende, nem mesmo o que a cultura de um determinado grupo social em destaque expõe. Amar é ter paciência, sim! Amar é hora, minuto e segundo indeterminado. Amar é toque, amizade, harmonia e carinho. Amar não é sofrer, definitivamente. Jamais confunda algo tão puro e belo com sofrimento, frustrações. Amar é nunca desistir! Amar é atitude e comportamento, não só palavras soltas. Amar é caráter, crença e sabedoria. Amar é entender a cultura do outro e se colocar muitas das vezes em seu lugar. Amar é arte, e como toda arte, requer sua imaginação!
Enfim, amar, simplesmente, é amar!
É o que eu entendo sobre o amor...
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Tecnologia: um bem ou um mal para a humanidade? o.O'
Se, por um lado, a tecnologia faz parte do dia a dia das pessoas e até mesmo da educação de seus filhos, por outro pode significar distanciamento e até alienação. Pois, pode-se perceber o quão superficial tornou-se um abraço, um beijo, ou qualquer demonstração de carinho e afeto, já que se pode fazer isto com apenas um clique.
O surgimento e avanço da tecnologia partiu de uma linha de pensamento voltada para facilitar a vida do ser humano. Porém, trouxe aspectos preocupantes e, também, desequilíbrios ambientais. Os quais reservei parágrafos abaixo para aprofundar este assunto tão importante.
O sedentarismo é bem mais valorado com a tecnologia, onde as pessoas preferem passar mais tempo em frente a TV, comendo coisas fáceis, como sorvete, salgadinhos, etc. ou então na internet. Onde as crianças deixam de se sujar jogando bola na rua e passam a perder horas de seu dia jogando vídeo game. Li em algum artigo que a OMS (Organização Mundial da Saúde) diz que a falta de atividade física é responsável por 54% do risco de mortes por enfarte, 50% por derrame cerebral e 37% por câncer.
O desequilíbrio ambiental é um assunto que merece mais atenção ainda, quando se trata de tecnologia. Pois, certos gases que são usados na refrigeração de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, espumas e sprays, como hidroclofluorcarbonos (HCFCs) passaram a ser usados amplamente nas décadas de 1980 e 1990, para substituir os clorofluorcarbonos (CFCs) são altamente nocivos à camada de ozônio. Gerando diversas complexidades para a natureza, os animais, e a humanidade. Provocando câncer de pele, efeito estufa, problemas oculares, etc.
Talvez o mal uso da tecnologia é que tenha tornado-a uma vilã para o mundo.
E, por outro lado, percebe-se que foi um bem para as pessoas. Quando usada de boa forma, pode-se aproveitar melhor o tempo, trazer mais qualidade de vida e facilidades para o cotidiano das pessoas.
Quando falamos de TECNOLOGIA, fica difícil ter uma postura extremamente boa ou ruim, sempre haverá espaço para elogios e críticas. Pois é uma questão que afeta os dois lados, tornando-se assim, a opinião das pessoas equilibradas, ou, como diz o ditado popular: "por cima do muro".
O surgimento e avanço da tecnologia partiu de uma linha de pensamento voltada para facilitar a vida do ser humano. Porém, trouxe aspectos preocupantes e, também, desequilíbrios ambientais. Os quais reservei parágrafos abaixo para aprofundar este assunto tão importante.
O sedentarismo é bem mais valorado com a tecnologia, onde as pessoas preferem passar mais tempo em frente a TV, comendo coisas fáceis, como sorvete, salgadinhos, etc. ou então na internet. Onde as crianças deixam de se sujar jogando bola na rua e passam a perder horas de seu dia jogando vídeo game. Li em algum artigo que a OMS (Organização Mundial da Saúde) diz que a falta de atividade física é responsável por 54% do risco de mortes por enfarte, 50% por derrame cerebral e 37% por câncer.
O desequilíbrio ambiental é um assunto que merece mais atenção ainda, quando se trata de tecnologia. Pois, certos gases que são usados na refrigeração de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, espumas e sprays, como hidroclofluorcarbonos (HCFCs) passaram a ser usados amplamente nas décadas de 1980 e 1990, para substituir os clorofluorcarbonos (CFCs) são altamente nocivos à camada de ozônio. Gerando diversas complexidades para a natureza, os animais, e a humanidade. Provocando câncer de pele, efeito estufa, problemas oculares, etc.
Talvez o mal uso da tecnologia é que tenha tornado-a uma vilã para o mundo.
E, por outro lado, percebe-se que foi um bem para as pessoas. Quando usada de boa forma, pode-se aproveitar melhor o tempo, trazer mais qualidade de vida e facilidades para o cotidiano das pessoas.
Quando falamos de TECNOLOGIA, fica difícil ter uma postura extremamente boa ou ruim, sempre haverá espaço para elogios e críticas. Pois é uma questão que afeta os dois lados, tornando-se assim, a opinião das pessoas equilibradas, ou, como diz o ditado popular: "por cima do muro".
Lorena Lima
segunda-feira, 24 de junho de 2013
A parte irônica da vida
Como é a vida...
Um dia você se vê cheia de planos,
projetos, confiante e cheia de esperanças
por acreditar na eternidade...
No outro,
simplesmente morre tudo,
como uma tempestade que devasta o mundo,
um terremoto,
algo que pode ser instantâneo e devastador.
E então percebes que não há fato eterno, nada tem valor.
Poético, não?
Mas triste!
E ainda assim, você é obrigado a seguir...
Lorena Lima
sábado, 22 de junho de 2013
Vai aí mais um apelo, quero ver mudanças!!!
O Estado é dotado de falhas, mas as leis são bem qualificadas, tão boas que parece até que vivemos na Suíça, sendo que muitos brasileiros não entendem que o que faz com que haja essa desordem e conflito nacional, é o fato de, na prática, as leis não serem bem aplicadas.
O Estado tem todo o poder de controle dos brasileiros, e mesmo assim possui falhas. Esse controle social que o Estado possui, abrange um descontentamento, em verdades, um lapso, que se resume na desigualdade econômica social, na criminalidade, etc. A forma mais eficaz e competente de modificar essa conduta negligente que o Estado desenvolve há mais de 500 anos, seria acabar com o mesmo. Mas a falta e precariedade educacional e cultural que o povo brasileiro possui, é impossível colocar em pauta essa questão. Então, temos que nos contentar com a única opção de solução que demonstra ser possível, que é "votar com consciência", obter conhecimento dos futuros representantes, acompanharmos toda a sua caminhada política. Até por quê, seria, infelizmente pela falta de maturidade política do povo brasileiro, um suicídio optarmos pela Anarquia no Brasil, seria como regredir e esgotar o pingo de civilização conquistada. Sou anarquista declarada, mas sou lúcida o suficiente para entender que não somos uma nação qualificada, pelo menos agora, para recebermos o ANARQUISMO. Sou bem realista!
Enfim, minha opinião baseia-se na visão de que o artigo 5º da CF/ 88 é muito bem elaborado e trata-se dos assuntos de maior interesse do povo brasileiro. Leiam a Constituição, entendam o porquê da criação da PEC, tenham opiniões fundamentadas, não deixem-se manipular por mais uma geração. Reivindiquem seus direitos! Esqueçam as aparências, vão às ruas, mas com causas e metas. Esse momento é, realmente, de muita importância para a nossa Nação. Se deixarmos tudo como está, a inflação vai tomar conta, o sistema vai ficar cada vez mais forte. Por mais que você não tenha esperanças de realmente haver uma REFORMA em nossa política, tente! Pois enquanto há vida, há luta e há esperança! Não vamos perder as forças, pelo contrário, vamos crescer cada vez mais. Não é só o Brasil que está em REVOLUÇÃO, é o mundo!!! O sistema tem que cair!!!
O Estado tem todo o poder de controle dos brasileiros, e mesmo assim possui falhas. Esse controle social que o Estado possui, abrange um descontentamento, em verdades, um lapso, que se resume na desigualdade econômica social, na criminalidade, etc. A forma mais eficaz e competente de modificar essa conduta negligente que o Estado desenvolve há mais de 500 anos, seria acabar com o mesmo. Mas a falta e precariedade educacional e cultural que o povo brasileiro possui, é impossível colocar em pauta essa questão. Então, temos que nos contentar com a única opção de solução que demonstra ser possível, que é "votar com consciência", obter conhecimento dos futuros representantes, acompanharmos toda a sua caminhada política. Até por quê, seria, infelizmente pela falta de maturidade política do povo brasileiro, um suicídio optarmos pela Anarquia no Brasil, seria como regredir e esgotar o pingo de civilização conquistada. Sou anarquista declarada, mas sou lúcida o suficiente para entender que não somos uma nação qualificada, pelo menos agora, para recebermos o ANARQUISMO. Sou bem realista!
Enfim, minha opinião baseia-se na visão de que o artigo 5º da CF/ 88 é muito bem elaborado e trata-se dos assuntos de maior interesse do povo brasileiro. Leiam a Constituição, entendam o porquê da criação da PEC, tenham opiniões fundamentadas, não deixem-se manipular por mais uma geração. Reivindiquem seus direitos! Esqueçam as aparências, vão às ruas, mas com causas e metas. Esse momento é, realmente, de muita importância para a nossa Nação. Se deixarmos tudo como está, a inflação vai tomar conta, o sistema vai ficar cada vez mais forte. Por mais que você não tenha esperanças de realmente haver uma REFORMA em nossa política, tente! Pois enquanto há vida, há luta e há esperança! Não vamos perder as forças, pelo contrário, vamos crescer cada vez mais. Não é só o Brasil que está em REVOLUÇÃO, é o mundo!!! O sistema tem que cair!!!
Lorena Lima
Vomitando o Governo Dilma...
Agora eu vou VOMITAR... Quanto cinismo dessa senhora DILMA!!! Que ridículo esse discurso dela!!! Quanta estupidez!!! Investir em médicos estrangeiros para dar apoio na saúde??? Por que ela não falou em investir nos nossos profissionais brasileiros? Por que ela não falou se ia vetar o PEC ou não? Por que ela não falou se ia diminuir o salário dos políticos por não estarem satisfazendo a sociedade??? Chega, né? Esse discurso barato e típico não é o que o povo quer ouvir, só pra dizer que mostrou a cara! Isso é POLITICAGEM!!! Não caiam!!!
Acho engraçado que, as emissoras estão falando o tempo todo dos bandidos, dando ênfase à violência e fazendo o movimento perder força. Sabe o que é mais cômico? É que, você não precisa ser perito para observar que, nas filmagens, os bandidos que estão fazendo essas depredações nos patrimônios públicos e privados, ficaram por muito tempo livres e, sem ter policial para repreendê-los enquanto eram expostos nas filmagens. Vocês não acham estranho isso? Cadê o BOPE? Cadê a polícia militar nessas horas? Estranho, muito estranho... Pensem! Isso é estratégia do próprio sistema!
Utopia é pensar que o Brasil vai mudar da noite pro dia! É preciso ter foco nas 5 causas... Paciência, pois, se conseguirmos vencer essas 5 causas, o resto vem no decorrer do tempo... Uma luta por vez! Não vamos deixar que enfraqueçam a nossa luta!
Acho engraçado que, as emissoras estão falando o tempo todo dos bandidos, dando ênfase à violência e fazendo o movimento perder força. Sabe o que é mais cômico? É que, você não precisa ser perito para observar que, nas filmagens, os bandidos que estão fazendo essas depredações nos patrimônios públicos e privados, ficaram por muito tempo livres e, sem ter policial para repreendê-los enquanto eram expostos nas filmagens. Vocês não acham estranho isso? Cadê o BOPE? Cadê a polícia militar nessas horas? Estranho, muito estranho... Pensem! Isso é estratégia do próprio sistema!
Utopia é pensar que o Brasil vai mudar da noite pro dia! É preciso ter foco nas 5 causas... Paciência, pois, se conseguirmos vencer essas 5 causas, o resto vem no decorrer do tempo... Uma luta por vez! Não vamos deixar que enfraqueçam a nossa luta!
Lorena Lima
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Não se iluda!

Amar é você ir de encontro com a alma de outrem. Pelo amor de Deus, parem de definir o amor como algo ruim, algo incerto.
Olhe para si mesmo e perceba o quanto és ignorante em não saber dominar ao certo seus sentimentos.
O amor é algo lindo, perfeito e só nos faz bem. O que nos faz mal é idolatrarmos pessoas ou coisas desprovidas de amor puro, depositarmos as nossas esperanças de felicidade plena em pessoas mesquinhas, soberbas, interesseiras, egoístas, gananciosas e, sobretudo, vingativas. Isto é pura ilusão, nos faz mal de verdade. E quando a gente se ilude com algo, ao fim, mal sabemos ao certo o que fazer da própria vida. Sabe porquê? Porque é uma ilusão tão grande, que te prende e você nem percebe.
E o AMOR? Jamais te joga num abismo de sofrimento.
Aprenda isso! E aproveite o melhor que a vida nos proporciona.
Lorena Lima
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Meu desabafo...
A verdade é que a mídia sempre esteve do lado da política, dos empresários, dos estrangeiros... Mas nunca do lado da gente, do POVO. Então, se eles se fazem de "bonzinhos", nunca acredite. Se eles dizem coisas "estranhas" e com muita ênfase, duvide e pesquise por meios próprios. Se eles estão dando muita ênfase, principalmente, aos atos de "vandalismo", pare e pense, não se permita alienar-se novamente! VANDALISMO é essa palhaçada de Brasília, a "GROBO" e as demais mídias manipuladoras, a então, Copa do Mundo, o Carnaval, essas datas festivas inúteis que só fazem crescer o bolso dos interessados que nós tanto criticamos. E advinha quem paga? Isso sim é vandalismo. Participem, aproveitem e metam as caras, protestem como quiserem. O respeito acabou desde antes do MENSALÃO. Eles já nos vandalizam há décadas! Pelo amor de Deus, parem de HIPOCRISIA. Agora é o momento de realizarmos o sonho de um país realmente em ORDEM!
Vamos que vamos, que
"O ESTADO É O POVO"!!!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Hábitos...
Hábito de comer besteiras, de ligar para quem se gosta, de fazer promessas de dietas, de que vai fazer exercícios físicos, de que vai deixar de se importar com o que os outros fazem contigo que não lhe agrada, de beber, de fumar, de levar as coisas que não devem ser levada a sério, de ler livro de romance quando deveria estar lendo um didático e se preparando para um concurso, de dizer sim quando deveria dizer não, de ficar deitada na cama quando deveria estar aproveitando o dia, de ficar de mal humor quando deveria estar feliz da vida, de dar valor para o que não merece seu valor, de se queixar quando não há motivos fortes e de tantas e tantas coisas que se tem hábito, não havendo o hábito de mudar de hábito só para obter o hábito de novos resultados. Que tal mudar seus hábitos de hoje em diante?
Lorena Lima
domingo, 14 de outubro de 2012
Guerra Fria
Após a Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991) surge a Guerra Fria, que é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, disputando a hegemonia política, econômica e militar no mundo.
Principais causas
A União Soviética buscava implantar o socialismo em outros países para que pudessem expandir a igualdade social, baseado na economia planificada, partido único (Partido Comunista), igualdade social e falta de democracia. Enquanto os Estados Unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial o contraste entre o capitalismo e socialismo era predominante entre a política, ideologia e sistemas militares. Apesar da rivalidade e tentativa de influenciar outros países, os Estados Unidos não conflitou a União Soviética (e vice-versa) com armamentos, pois os dois países tinham em posse grande quantidade de armamento nuclear, e um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, possivelmente, da vida em nosso planeta. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coréia e no Vietnã
Com o objetivo de reforçar o capitalismo, o presidente dos Estados Unidos, Harry Truman, lança o Plano Marshal, que era um oferecimento de empréstimos com juros baixos e investimentos para que os países arrasados na Segunda Guerra Mundial pudessem se recuperar economicamente. A partir desta estratégia a União Soviética criou, em 1949, o Comecon, que era uma espécie de contestação ao Plano Marshall que impedia seus aliados socialistas de se interessar ao favorecimento proposto pelo então inimigo político.
A Alemanha por sua vez, aderiu o Plano Marshall para se restabelecer, o que fez com que a União Soviética bloqueasse todas as rotas terrestres que davam acesso a Berlim. Desta forma, a Alemanha, apoiada pelos Estados Unidos, abastecia sua parte de Berlim por vias aéreas provocando maior insatisfação soviética e o que provocou a divisão da Alemanha em Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental.
Em 1949, os Estados Unidos juntamente com seus aliados criam a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que tinha como objetivo manter alianças militares para que estes pudessem se proteger em casos de ataque. Em contra partida, a União Soviética assina com seus aliados o Pacto de Varsóvia que também tinha como objetivo a união das forças militares de toda a Europa Oriental.
Entre os aliados da Otan destacam-se: Estados Unidos, Canadá, Grécia, Bélgica, Itália, França, Alemanha Ocidental, Holanda, Áustria, Dinamarca, Inglaterra, Suécia, Espanha. E os aliados do Pacto de Varsóvia destacam-se: União Soviética, Polônia, Cuba, Alemanha Oriental, China, Coréia do Norte, Iugoslávia, Tchecoslováquia, Albânia, Romênia.
Origem do nome
É chamada "fria" porque não houve uma guerra direta entre as superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear.
Envolvimentos Indiretos
Guerra da Coréia : Entre os anos de 1951 e 1953 a Coréia foi palco de um conflito armado de grandes proporções. Após a Revolução Maoista ocorrida na China, a Coréia sofre pressões para adotar o sistema socialista em todo seu território. A região sul da Coréia resiste e, com o apoio militar dos Estados Unidos, defende seus interesses. A guerra dura dois anos e termina, em 1953, com a divisão da Coréia no paralelo 38. A Coréia do Norte ficou sob influência soviética e com um sistema socialista, enquanto a Coréia do Sul manteve o sistema capitalista.
Guerra do Vietnã : Este conflito ocorreu entre 1959 e 1975 e contou com a intervenção direta dos EUA e URSS. Os soldados norte-americanos, apesar de todo aparato tecnológico, tiveram dificuldades em enfrentar os soldados vietcongues (apoiados pelos soviéticos) nas florestas tropicais do país. Milhares de pessoas, entre civis e militares morreram nos combates. Os EUA saíram derrotados e tiveram que abandonar o território vietnamita de forma vergonhosa em 1975. O Vietnã passou a ser socialista.
Fim da Guerra Fria
A falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo no final da década de 1980. Em 1989 cai o Muro de Berlim e as duas Alemanhas são reunificadas.
No começo da década de 1990, o então presidente da União Soviética Gorbachev começou a acelerar o fim do socialismo naquele país e nos aliados. Com reformas econômicas, acordos com os EUA e mudanças políticas, o sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares. O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas.
2ª G.M. (1939-1945)
As causas que provocaram a guerra
A 1ª Guerra Mundial prepara a irrupção da 2ª Guerra Mundial. O período de entre guerras deve ser compreendido apenas como uma trégua. As humilhantes condições impostas à Alemanha, em 1918, propiciam o surgimento do nazismo em solo alemão. A ascensão de Adolf Hitler ao poder, em 1933, é sustentada pela exaltação ao nacionalismo e por propostas militaristas e expansionistas. Hitler deseja construir uma "nova ordem", exigindo a participação alemã na exploração do mundo colonial, rico em matérias-primas, e até então repartido entre os vitoriosos do primeiro conflito mundial. O Führer ambiciona também conquistar os mercados vizinhos da Europa Central para controlar o petróleo da Romênia e do Cáucaso, o carvão e o ferro da Sibéria e o trigo da Ucrânia. As potências ocidentais pressentem o perigo nazista, mas permitem o seu crescimento como forma de bloqueio à União Soviética, um "cordão sanitário" contra o avanço do comunismo sobre a Europa.
Em 1935, a Alemanha reinicia a produção de armamentos e restabelece o serviço militar obrigatório, em claro desrespeito ao Tratado de Versalhes (1919). Um ano depois, reocupa a Birmânia e inicia uma política estratégica de alianças. Oferece ajuda econômica à Itália fascista de Benito Mussolini (1883-1945), sob embargo da Liga das Nações por ter invadido a Etiópia. Apóia Francisco Franco (1892-1975) na Guerra Civil Espanhola (1936-1939), aproveitando o conflito para testar novos engenhos militares. Assina com o Japão o Pacto Anti-Comintern, em 1936, a fim de conter a expansão comunista da União Soviética, com a adesão da Hungria, Itália e Espanha. Justifica a anexação (Anschluss) da Áustria, em 1938, por se tratar de mais um povo germânico. No ano seguinte, alcança, com a conivência inglesa e francesa na Conferência de Munique, a incorporação de parte da Tchecoslováquia, exatamente a região dos Sudetos, conhecida por abrigar minorias alemãs. Cria os protetorados da Boêmia e da Moldávia, desmembrando o restante do território tcheco, em março de 1939. Por fim, aproveita as desconfianças soviéticas em relação às potências ocidentais para assinar um acordo, por cinco anos, de não-agressão e neutralidade com o seu arqui-inimigo Josef Stalin (1879-1953): o Pacto Germânico-Soviético, de 23 de agosto de 1939. Tem aberto assim o caminho a leste para atacar a Polônia, em nome do que lhe fora arrebatado pelo Tratado de Versalhes: a devolução da zona conhecida por "Corredor Polonês", a do porto de Dantzig (futura Gdansk), que une a Alemanha à Prússia oriental.
Diante da negativa da Polônia em ceder Dantzig, as tropas alemãs invadem o país em 1º de setembro de 1939 e travam uma guerra-relâmpago (blitzkrieg) com a frágil resistência local. A conquista faz-se em três semanas. É estabelecido um governo geral nazista e inicia-se a perseguição aos judeus, vítimas preferenciais da ideologia nazista, ao longo de todo o conflito mundial. A Inglaterra, comprometida com a defesa polonesa, e a França, aliada inglesa, declaram guerra à Alemanha. Em seguida, Dinamarca e Noruega são ocupadas pelo Exército nazista, garantindo o abastecimento alemão de aço pelos mares Báltico e do Norte. Holanda e Bélgica tornam -se as próximas conquistas. Em Dunquerque, o Exército belga-anglo-francês sofre a primeira derrota aliada e só escapa do massacre graças à ação da Marinha inglesa, que consegue evacuar a maioria dos combatentes. Hitler avança contra a França a partir de maio de 1940. Um mês mais tarde, a assinatura pela França dos armistícios com a Alemanha e a Itália, que submetem metade do território francês à ocupação das forças nazistas, evidenciam o domínio alemão.
O primeiro-ministro da França, o marechal Henri Phillipe Pétain (1856-1951), anti-republicano e conservador, assume poderes ditatoriais, após acordo com os alemães. Transfere a capital para Vichy, no sul do país, enquanto Paris permanece ocupada pelos nazistas. É quando chega à Inglaterra o subsecretário de Defesa Nacional Francesa, o general Charles de Gaulle (1890-1970). Ele representa o governo da resistência da França no exílio. Ao mesmo tempo, a Alemanha implanta a sua "nova ordem" nos territórios ocupados, reativando indústrias paralisadas e obrigando as populações a trabalhos forçados. Em setembro de 1940, o Eixo, pacto entre Berlim-Roma-Tóquio, é formalizado, estabelecendo apoio mútuo entre os países membros em caso de ataque por potência ainda não envolvida na guerra – entenda-se, os Estados Unidos. A partir de 15 de setembro, intensificam-se os combates na Inglaterra. Bombardeiros alemães despejam cerca de 20 mil toneladas de bombas sobre Londres. A ação corajosa da Royal Air Force (RAF), a aviação de combate inglesa, evita, no entanto, a destruição do país, abatendo inúmeros aviões inimigos. Mas no norte da África, italianos e alemães ameaçam, sob as ordens do general Erwin Rommel (1891-1944), o domínio inglês no Egito.
Hitler reorienta então a sua máquina de guerra mais uma vez para o Leste, despertando a preocupação russa. Ao governo de Moscou propõe a partilha do mundo em zonas de influência, mas as negociações falham e o território da União Soviética acaba por ser invadido, sem uma declaração formal de guerra, em 22 de junho de 1941. Por essa época, o domínio alemão já se faz sentir em vários países do Leste Europeu, como na Romênia, Bulgária e Hungria, além da Iugoslávia e da Grécia. Mas a heróica resistência soviética na Batalha de Stalingrado modifica o panorama da 2ª Guerra Mundial (só pela fome, contam-se 500 mil civis entre os mortos). Ela põe fim ao mito da invencibilidade alemã e instiga o Exército soviético a avançar, em contra-ataque, sobre os países-satélites da Alemanha, às voltas agora com duas frentes de guerra.
"Dia D"
Os japoneses precipitam a entrada dos EUA na guerra ao bombardearem, em 7 de dezembro de 1941, a base naval de Pearl Harbor, no Havaí. A ofensiva do Japão generaliza-se, e suas forças conquistam a supremacia no Pacífico e no Sudeste Asiático. Definem-se, assim, as duas facções em conflito. De um lado, os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) e, de outro, os Aliados (Inglaterra, Estados Unidos, União Soviética e China, este em guerra com o Japão desde 1931). Em todos os territórios ocupados pelos nazistas, organizam-se movimentos de resistência.
Entre 1942 e 1943, a Marinha anglo-americana elimina submarinos alemães no Atlântico, ao mesmo tempo em que a aviação aliada intensifica o bombardeio na Alemanha. Os recursos industriais do país começam a sofrer sérios danos. No norte da África, o Afrikakorps, o Exército alemão no continente, é levado à rendição em maio de 1943. Os Aliados desembarcam na Sicília e invadem a Itália. Mussolini é preso em julho e o novo governo italiano rende-se aos invasores. Com isso, boa parte do país é ocupada por tropas alemãs, que só capitulam em abril de 1945. Na outra frente, o Exército soviético alcança vitórias na Romênia, na Bulgária e na Iugoslávia ao longo de 1944, enquanto Albânia e Grécia expulsam as tropas alemãs.
O dia 6 de junho de 1944, o "Dia D", é o golpe mortal às forças nazistas. Considera-se o desembarque de 155 mil soldados aliados em Caen, na Normandia francesa, a maior operação aeronaval da História. Envolve mais de 1.200 navios de guerra e mil aviões, uma operação coroada de êxito ao enganar as forças alemãs concentradas em Pas-de-Calais. Paris é libertada em 25 de agosto. Inicia-se o ano decisivo de 1945. Os russos, pelo leste, e os norte-americanos e britânicos, pelo oeste, disputam a primazia de chegar primeiro a Berlim. A 30 de abril, os soviéticos fincam a sua bandeira no alto do Parlamento alemão, o Reichstag, e Hitler suicida-se junto com a sua mulher, Eva Braun. A capital alemã em ruínas é ocupada em 2 de maio pelo Exército da URSS, com a prisão de 135 mil defensores da cidade. Cinco dias mais tarde, a Alemanha rende-se incondicionalmente.
Guerra no Pacífico
Na luta contra os japoneses, a situação começa a se inverter a favor dos Aliados após as vitórias dos Estados Unidos nas batalhas navais de Midway e do Mar do Coral, em 1942. Os EUA tomam a iniciativa de reconquistar a Ásia e o Pacífico. No início de 1945, tropas norte-americanas, britânicas e chinesas reabrem a rota da Birmânia e recuperam as Filipinas. Aperta-se o cerco aos japoneses, confinados em suas ilhas, alvo de pesados bombardeios. A 19 de fevereiro, ocorre o primeiro desembarque norte-americano em território japonês, na Ilha de Iwojima. Mas, ante a resistência feroz dos inimigos, que sugere um prolongamento indesejável da guerra, os EUA optam em atacar as cidades japonesas com um novo tipo de arma, a bomba atômica. A primeira, lançada sobre Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, mata 100 mil pessoas. Três dias depois, uma segunda bomba cai sobre Nagasaki, provocando mais 70 mil vítimas fatais.
A partir de 8 de agosto, com a intenção velada de recuperar territórios perdidos há décadas para o Japão, no Extremo Oriente, tropas soviéticas expulsam os japoneses da Mandchúria e da Coréia. Finalmente, a 2 de setembro de 1945, o Japão rende-se aos Exércitos norte-americanos, numa cerimônia a bordo do encouraçado Missouri. É o final da 2ª Guerra Mundial.
Participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial
Em 1937, o Presidente Getúlio Vargas dá um golpe de estado e implanta no Brasil um regime inspirado no fascismo italiano. Em 1940, Getúlio acena com a possibilidade de construir uma siderúrgica no Brasil, com o apoio da indústria alemã Krupp. Os Estados Unidos concedem imediatamente um crédito ao Brasil para financiar a siderúrgica sem a participação alemã. Dois anos depois, Getúlio declara guerra aos países do Eixo. No início dos anos 90, vem a público um documento reservado do Exército norte-americano revelando planos de invasão do Brasil pelos Estados Unidos caso Getúlio não aderisse aos aliados.
Nordeste brasileiro, áreas estratégicas
Na Conferência do Rio de Janeiro, em 1942, vinte e uma nações latino-americanas reconhecem no ataque japonês a Pearl Harbour uma agressão ao continente e começam a declarar guerra ao Eixo. A FEB (Força Expedicionária Brasileira) combate na Itália.
FEB em combate na Itália -1943
A aviação mexicana combate nas Filipinas. A Força Aérea Paraguaia faz patrulhamento aéreo no Atlântico Sul. A Argentina e o Chile também se envolvem no conflito. Os demais países do continente participam do esforço norte-americano de guerra fornecendo matérias-primas. Foi a primeira grande vitória diplomática dos Estados Unidos no continente.
Em 1946, o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill diz: "Uma cortina de ferro desceu sobre a Europa. Eu não acredito que a Rússia soviética deseje a guerra. O que ela quer são os frutos da guerra e a expansão indefinida de seu poder e de suas doutrinas." Churchill usava aí, pela primeira vez, a expressão "cortina de ferro" para se referir à nova área de influência soviética. A reorganização geopolítica do mundo já vinha sendo discutida desde 1943, quando Roosevelt, Stalin e Churchill se reuniram em Teerã, no Irã. Com o fim da guerra, Alemanha, França, Itália e Japão estão destruídos; a Grã-Bretanha se encontra à beira da exaustão. Os grandes impérios coloniais desmoronam, os países da África e da Ásia passam por processos de descolonização. Estados Unidos e União Soviética emergem como as grandes potências do planeta. Em pouco tempo, a tensão entre as potências se acirra. A polarização das disputas internacionais entre o bloco ocidental e o bloco soviético vai marcar o compasso nas décadas seguintes. É a Guerra Fria que começa.
···"A autoridade do meu governo é discutida. As ordens são mal executadas. É preciso desde agora vencer a resistência de todos os adversários, dizimando seus chefes".
Esta frase foi dita por um herói francês da 1ª Guerra Mundial que acabava de se tornar o chefe do governo nazista da França ocupada pelos alemães: o Marechal Philippe Pétain. Antes de conquistar Paris, as tropas alemãs anexaram a Áustria e ocuparam a Tchecoslováquia, Polônia, Dinamarca, Noruega, Bélgica, Holanda, Grécia e Iugoslávia; esta última, com o auxílio de tropas italianas, húngaras e búlgaras, integrantes do Eixo Roma-Berlim-Tóquio. Ao atacar também o norte da África, a Alemanha e a Itália estão atacando os impérios coloniais da França e da Grã-Bretanha. E após a ocupação da França, a Grã-Bretanha é o único país da Europa Ocidental ainda não atacado pelos alemães.
Domínios Britânico e Francês no norte da África
Hitler decide iniciar a empreitada com o bombardeio aéreo de Londres. Ainda neste programa, a constituição de resistências nacionais ao avanço alemão e o engajamento nelas dos comunistas, para quem o nazi-fascismo passou a ser o inimigo prioritário.
50 milhões de mortos, dentre os quais 20 milhões de soviéticos e 6 milhões de judeus. Será assim que se dimensiona o saldo de uma guerra? A propaganda é a arma fundamental dos vitoriosos, enaltecendo batalhas cheias de glória e consagrando seus heróis. Mas será possível falar em heróis e glórias numa guerra que matou 50 milhões de pessoas? As forças nazistas deixaram atrás de si populações massacradas em cidades e países destruídos, sem falar de seus campos de concentração, onde morreram milhões de judeus, eslavos, ciganos, comunistas, deficientes físicos e homossexuais. Mas também os aliados cometeram crimes de guerra: massacraram a população civil de Dresden e de Berlim e despejaram bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki. Os lucros obtidos com a guerra ultrapassam os 2 bilhões de libras esterlinas. Como se "faz" dinheiro na guerra?
Ao integrar o Eixo, o Japão obtém o apoio alemão e italiano para sua intenção de formar uma "Grande Ásia Japonesa". Em 1940, com a ocupação da França pela Alemanha e com a paralisia da Grã-Bretanha, os japoneses passam a crer que as suas ambições no extremo oriente e no sudeste da Ásia são ameaçadas agora por um único rival: os Estados Unidos.
Início da estratégia japonesa para a ocupação da Ásia
Conquistam a Mandchúria, a Tailândia e a parte norte da Indochina Francesa (atuais Vietnã, Laos e Cambodja), cortam a rota da Birmânia e passam a fazer pressão sobre as Índias Holandesas (atual Indonésia). A Grã-Bretanha e os Estados Unidos se articulam para conter o avanço japonês. Em 194l, o Japão ocupa Hong Kong e a Malásia e bombardeia a base americana de Pearl Harbour, no Hawai. Cinco mil soldados americanos são mortos. Consta que o Presidente Roosevelt sabia de antemão que o ataque aconteceria mas nada fez para impedi-lo: os Estados Unidos precisavam de um bom argumento para entrar na guerra.
Em dezembro de 1940, enquanto soviéticos e alemães ainda viviam sob um pacto de não-agressão, Adolf Hitler dizia a seus generais: "As Forças Armadas Alemãs devem estar preparadas para esmagar a União Soviética numa campanha rápida". Pouco tempo depois, em junho de 1941, a União Soviética foi invadida pelas tropas alemãs e o primeiro-ministro britânico Winston Churchill declarou: "Surpreendentes foram as falhas de cálculo e a ignorância que Stalin revelou a respeito do que estava para lhe acontecer".
A Alemanha ataca a União Soviética em três frentes e inicia-se aí a mais sangrenta de todas as empreitadas militares da guerra, que durou quatro anos e custou, só aos soviéticos, a perda de 20 milhões de pessoas.Os alemães são finalmente contidos em Stalingrado, onde se iniciam a contra-ofensiva soviética e a grande virada da 2ª Guerra. Os soviéticos dão um ultimato ao comandante alemão, mas Hitler o proíbe de se render. O Exército Vermelho expulsa os alemães e avança rumo a Berlim. Os países do Leste Europeu libertados do jugo nazista são englobados na zona de influência soviética e Stalin é transformado no novo grande inimigo do Ocidente, tomando o lugar que, até pouco tempo antes, era de Hitler.
Perdas territoriais da Alemanha: Alsácia e Lorena
Neste programa, a política internacional depois da 1ª Guerra, a grande crise econômica nos Estados Unidos, em 1929, e suas consequências no mundo todo. Entram em cena o fascismo, na Itália, e o nazismo, na Alemanha. Frentes populares são criadas na França e na Espanha para lutar contra a emergência nazi-fascista. No Brasil, o Presidente Vargas dá um golpe de estado e implanta um regime de inspiração fascista.
"Exigimos terras para alimentar o nosso povo e nelas instalar nossa população excedente". Este brado do programa do Partido Nacional Socialista (NAZI), começa a ser posto em prática com a anexação da Áustria e a ocupação da Tchecoslováquia por tropas alemãs, sem qualquer reação por parte do resto da Europa. Na Conferência de Munique, Grã-Bretanha e França chegam a dar legitimidade à ação alemã na Tchecoslováquia. Mas quando Hitler ocupa a Polônia, aliada dos britânicos, Londres sente-se ameaçada e declara guerra à Alemanha. A França faz o mesmo. Nesse programa, ainda, a ascensão do fascismo em Portugal e na Espanha, o expansionismo italiano na África e o expansionismo japonês na Ásia; e o acordo mútuo de não agressão entre a União Soviética de Stalin e a Alemanha de Hitler.
Em seu livro Mein Kampf, publicado no início dos anos 20, Adolf Hitler diz: "Chegou o dia que não mais passei de olhos vendados: reconheci os inimigos da minha raça - eram judeus ... Acabei por reconhecer os judeus pelo cheiro e, sob sua porcaria repugnante, descobri as taras morais do 'povo eleito' ".
A partir de 1935, quando Hitler já se encontrava no poder, as Leis de Nuremberg, criadas para discriminar os judeus, tornam o anti-semitismo política oficial da Alemanha. Apoiados na violência de grupos paramilitares e numa eficiente máquina de propaganda, os nazistas deram voz e exacerbaram sentimentos latentes de nacionalismo, racismo, anti-semitismo, arianismo, antimarxismo e anticapitalismo.
Nos anos 80 e 90, grupos neonazistas trazem de volta à Alemanha os mesmos métodos violentos. As vítimas de hoje são imigrantes estrangeiros, especialmente os turcos.
Forças aliadas retomam países conquistados pela Alemanha; Inglaterra completa o cerco
O crescimento das ações aliadas na África e no Mediterrâneo abala o prestígio do regime fascista na Itália. A derrota alemã nas estepes soviéticas e a invasão da Normandia por forças aliadas fazem Hitler perder o poder de iniciativa. A resistência das populações passa a ser decisiva para a derrocada do nazi-fascismo. Aos poucos, as nações ocupadas vão se libertando do jugo nazista. Na Itália, Mussolini é afastado do poder pelos próprios dirigentes fascistas, é socorrido pelos alemães mas acaba preso e executado pela população."O povo alemão sofreu de maneira indescritível: é tempo de acabar com tantos horrores", é o que escreve o comandante e chefe alemão Von Kluge, pouco antes de cometer o suicídio, numa mensagem deixada a Hitler. Goering ameaça iniciar conversações de paz com os Estados Unidos. Himmler propõe uma paz em separado a americanos e ingleses, mas Churchill não aceita: os alemães têm de se render incondicionalmente à Inglaterra, Estados Unidos e União Soviética.
Os anos da guerra assistem a uma aliança definitiva entre a ciência e o poder de destruição. Os governos fazem investimentos maciços em tecnologia bélica e atingem o saldo de 50 milhões de mortes. Dos fornos crematórios nos campos de concentração alemães às pesquisas de armas bacteriológicas dos japoneses e à bomba atômica norte-americana, passando pelas bombas voadoras V-2 alemãs e pela enorme tralha tecnológica de espionagem e contra-espionagem de todos os países envolvidos na guerra, há em tudo a presença marcante da indústria bélica, de cientistas e do dinheiro.Ao término da guerra, tudo se justifica em nome do que se chama "neutralidade científica". É em nome dela que o alemão Werner von Braun e o japonês Shiro Ishii são perdoados e incorporados à ciência norte-americana e que o italiano Bruno Pontecorvo pôde se tornar um dos pais da bomba atômica soviética.
1ª G.M. (1914-1918)
Haviam vários problemas atingindo as principais nações europeias no século XX. O século anterior havia deixado feridas difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente desapontados com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra.
Importante lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo. Esta corrida bélica gerava um clima de apreensão e medo entre os países, onde um tentava se armar mais do que o outro.
Importante lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo. Esta corrida bélica gerava um clima de apreensão e medo entre os países, onde um tentava se armar mais do que o outro.
Existia também, entre duas nações poderosas da época, uma rivalidade muito grande. A França havia perdido, no final do século XIX, a região da Alsácia-Lorena para a Alemanha, durante a Guerra Franco Prussiana. O revanchismo francês estava no ar, e os franceses esperando uma oportunidade para retomar a rica região perdida.
O pan-germanismo e o pan-eslavismo também influenciou e aumentou o estado de alerta na Europa. Havia uma forte vontade nacionalista dos germânicos em unir, em apenas uma nação, todos os países de origem germânica. O mesmo acontecia com os países eslavos.
A iniciação
O estopim deste conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Bálcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra à Servia.
Política de Alianças
Países europeus começaram a fazer alianças políticas e militares desde o final do século XIX. Durante o conflito mundial estas alianças permaneceram. De um lado havia a Tríplice Aliança formada em 1882 por Itália, Império Austro-Húngaro e Alemanha ( a Itália passou para a outra aliança em 1915). Do outro lado a Tríplice Entente, formada em 1907, com a participação de França, Rússia e Reino Unido.
O Brasil também participou, enviando para os campos de batalha enfermeiros e medicamentos para ajudar os países da Tríplice Entente.
Desenvolvimento
As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados, lutando pela conquista de pequenos pedaços de território. A fome e as doenças também eram os inimigos destes guerreiros. Nos combates também houve a utilização de novas tecnologias bélicas como, por exemplo, tanques de guerra e aviões. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres trabalhavam nas indústrias bélicas como empregadas.
Fim do conflito
Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância: a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia-Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da 2ª Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.
sábado, 18 de agosto de 2012
Verdadeira estória de um amor ardente
Nunca tivera namorada, esposa, amante. Desde jovem, vivia só. Entretanto passando os anos, sentia-se como se mais só ficasse, adensando-se ao seu redor aquele mesmo silêncio que antes lhe parecera apenas repousante. E vindo por fim a tristeza instalar-se no seu cotidiano, decidiu providenciar uma companheira que, partilhando com ele o espaço, expulsasse a intrusa lamentosa.
Em loja especializada adquiriu grande quantidade de cera, corantes, e todo o material necessário. Em breves estudos nos almanaques e trancado à noite em sua casa, começou a moldar aquela que preencheria seus desejos.
Pronta, surpreendeu-se com a beleza que quase inconscientemente lhe havia transmitido. A suavidade opalinada, rósea palidez que aqui e ali parecia acentuar-se num rubor, não tinha semelhança com a áspera pele das mulheres que porventura conhecera. Nem a elegância altiva desta podia comparar-se à rusticidade quase grosseira daquelas. Era uma dama de nobre silêncio. E só tinha olhos para ele.
Perdidademente a amou. O calor dos seus abraços tornando aquele corpo ainda mais macio, conferia-lhe uma maleabilidade em que todo toque se imprimia, formando e deformando a amada no fluxo do seu prazer.
Já há algum tempo, viviam juntos, quando uma noite a luz faltou. Começava ela a empoeirar-se, turvando em docilidade, em manchas acinzentadas os tons antes translúcidos. Um certo tédio havia-se infiltrado na vida do casal. Que ele tentava justamente combater naquela noite empunhando um bom livro, no momento em que a lâmpada se apagou.
Sentado na poltrona, com o livro nas mãos prometendo delícias, ainda hesitou. Depois levantou-se, e tateando, com o mesmo isqueiro com que há pouco acendera o cigarro, inflamou a trança da mulher, iluminando o aposento.
Arrastou-a então para mais perto de si, refastelou-se na poltrona. E, sereno, começou a ler à luz do seu passado amor, que queimava lentamente.
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