quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

. Revolta da chibata .


A Revolta da Chibata ocorreu em 22 de novembro de 1910, no Rio de Janeiro, com a revolta dos marinheiros. Naquele período era comum açoitar com chibatadas os marinheiros, tudo com intuito de discipliná-los.

Através dessa prática violenta os marinheiros se revoltaram principalmente depois que o marinheiro Marcelino Rodrigues levou 250 chibatadas diante de todos os presentes no navio, desmaiou e continuou sendo açoitado.

Sempre em uma revolta ou manifestação uma pessoa toma a frente para encorajar os outros, nesse caso o Almirante Negro, o Marujo João Cândido, foi o primeiro a esboçar uma ação contrária aos castigos das chibatas.

Na baía de Guanabara encontravam-se vários navios que foram tomados pelos rebeldes, além disso, começaram a controlá-los retirando todos oficiais, aqueles que causassem resistência à ocupação eram assassinados, e se caso o governo não atendesse suas exigências ameaçavam lançar bombas na cidade.

Após o conflito, passaram-se quatro dias e, então, o Presidente Hermes da Fonseca decretou o fim da prática violenta de castigos e perdoou os marinheiros.

Entretanto, quando foram entregar as armas notaram que tinham sido enganados pelo presidente que, automaticamente, retirou da corporação da Marinha todos aqueles que compunham a revolta, além de João Cândido o líder, com isso foram depositados no fundo de navios e prisões subterrâneas na Ilhas das Cobras.

. Começando bem o dia .


5 passos para começar bem o dia:

1 - Inicialize o computador.

2 - Crie um novo arquivo.

3 - Salve-o como o nome "Um vascaíno".

4 - Clique e
m "excluir". Vai aparecer a seguinte mensagem:

"Tem certeza que deseja enviar 'um vascaíno' para a lixeira?"

5 - Clique "sim".

Pronto, seu dia co
meçará bem melhor.


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Amigos vascaíno, desculpem. Mas é aquela velha máxima: perde-se o amigo, mas nunca a piada.









. Amizade .


Na segunda no teatro, tirei várias fotos junto ao meu amigão, Marcelo Novais. Foi bacana, mas quando chegamos na quarta tivemos que passar por uma situação muito chata, que vou lhes contar. Papo de inveja, intriga, essas coisas...
Tiramos fotos no tablado, onde estavam um grupo da nossa sala ensaiando, mas nem nos tocamos que poderíamos atrapalhá-los. Quando percebemos que estávamos atrapalhando, saimos de lá. Mas o engraçado é que, na quarta, quando chegamos, uma colega de turma me chamou pra tirar "satisfação", me perguntou o porquê de eu, Marcelo e Luana (outra amiga do teatro), de nós querermos atrapalhar o ensaio deles na segunda. Falou que o Deivid (no caso, o vilão da história toda) disse-lhe que nós havíamos dito que iríamos atrapalhar e sacanear o ensaio deles, vê se pode? Sendo que ele se ofereceu e tudo pra tirar nossas fotos... Mas tudo bem, o fato já aconteceu e tá acontecido, isso mostra quem é quem antes de mais nada. Fico chateada por esse pessoal estar agindo dessa forma tão banal, que de fato não levará a lugar algum. Bom, após o estresse, eu, meu amigo, um colega dele lá do teatro e a irmã dele fomos assistir "Lua nova". Até que o filme é bacaninha, sua história é interessante. Gostei!!! Fala sobre um romance de um vampiro com uma humana, legal o filme, embora eu não ter visto "Crepúsculo", que é como se fosse uma continuação, os fatos acontecem nesse filme em decorrer do outro, mas deu pra entender e achei bem interessante. O que estragou foi o pessoal mal educado que havia no cinema, que quase não nos deixou assistir ao filme, de tanto que falavam, gritavam e esperniavam, rs.
Apezar dos pezares, meu dia foi bem bacana, adorei!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

. É preciso não esquecer nada .


É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.

Cecília Meireles

domingo, 29 de novembro de 2009

. HISTÓRIA DA FRANÇA .


HISTÓRIA DA FRANÇA

No século IX antes de Cristo, tribos celtas instalam-se na Gália, que corresponde aproximadamente ao atual território francês. O imperador romano Júlio César derrota os gauleses e conquista a região entre 58 e 51 a.C. Os romanos dominam a Gália até o final do século V, quando a região é invadida por tribos bárbaras.

Nessa época, sob o comando de Clóvis I, os francos conquistam todo o país, que se converte ao catolicismo. No século IX, o rei Carlos Magno torna-se imperador do Sacro Império Romano-Germânico, que abrange as atuais França e Alemanha. O Império divide-se em domínios feudais após o reinado de Carlos Magno.

Entre 1337 e 1453, a França e a Inglaterra veem-se envolvidas em uma disputa territorial que ficaria conhecida como Guerra dos Cem Anos. Sob inspiração de Joana D'Arc, os franceses derrotam os ingleses em Orleans, em 1429. Em 1431, porém, Joana D'Arc é queimada como herege em Rouen...

Curiosidade: A numeração das casas para o propósito postal começou em Paris, durante 1463 e 1464. O distrito da ponte de Notre Dame foi o primeiro a ser numerado...

A França sai vitoriosa do conflito e conquista possessões inglesas. Em 1572, a rainha Catarina de Medicis ordena o assassinato dos huguenotes (protestantes), episódio que recebeu o nome de Noite de São Bartolomeu.

Em 1598, o rei Henrique IV, fundador da dinastia dos Bourbon, restabelece a paz religiosa com o Édito de Nantes e enfraquece o poder dos senhores feudais.

O prestígio da França cresce no período de influência do cardeal Richelieu, primeiro-ministro do rei Luís XIII entre 1624 e 1642, que consolida o absolutismo e leva a França à guerra contra a dinastia austríaca dos Habsburgo.

No reinado de Luís XIV, o Rei Sol (1638-1715), o absolutismo chega ao auge, mas as sucessivas guerras expansionistas minam a supremacia francesa na Europa.

Sob o reinado de Luís XV (1710-1774) desenvolvem-se as idéias do iluminismo (Voltaire, Diderot, Rousseau), que combatem a intolerância religiosa e o absolutismo.

Guerras desastrosas e a incapacidade do rei Luís XVI de enfrentar a crise financeira do Estado desencadeiam a Revolução Francesa em 1789. É formada uma Assembléia Nacional, que vota a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e extingue os privilégios feudais.

A França revolucionária entra em guerra contra as Monarquias européias. A posição ambígua do rei - agora monarca constitucional - e a reação da nobreza européia radicalizam a revolução.

Em 1792, nasce a I República. O rei Luís XVI e a rainha Maria Antonieta, condenados por traição depois de tentar fugir do país, são executados em 1793. O líder político Maximilien de Robespierre e os jacobinos impõem o terror, primeiro sobre os contra-revolucionários, depois sobre jacobinos dissidentes. Robespierre é guilhotinado em 1794.

Um golpe militar do general Napoleão Bonaparte recompõe a estabilidade política em 1799. Bonaparte se faz coroar imperador da França em 1804, sob o título de Napoleão I. Seu governo é autoritário, centralizador e expansionista.

As guerras napoleônicas levam a aristocracia européia ao pânico, até a derrota de Napoleão por tropas inglesas e austríacas na Batalha de Waterloo (1815). É restaurada a dinastia dos Bourbon entre 1815 e 1830. Uma revolução popular, em 1830, derruba o último Bourbon, Carlos X, e leva ao trono um Orleans, Luís Felipe I.

Em 1848, uma nova revolução, que traz o advento do movimento operário na história européia, instaura a II República. Luís Bonaparte, sobrinho de Napoleão, é eleito presidente. Em 1851, o presidente dá um golpe de Estado e no ano seguinte torna-se imperador sob o título de Napoleão III.
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. Friedrich Nietzsche .



"Temos a arte para não morrer da verdade."

Friedrich Nietzsche

. Romance Policial .