domingo, 30 de outubro de 2011

É preciso suportar a tarefa

Fiz com a vida o trato de receber uma moeda,
E a vida não me pagou mais,
Embora mais tarde eu pedisse,
Ao verificar o pouco que tinha.

Porque a vida é um patrão justo
Que dá o que você pede.
Mas, uma vez acertado o pagamento,
É preciso suportar a tarefa.

Eu me contentei com um salário vil,
Só para descobrir, consternado,
Que a vida me pagaria de boa vontade
O que eu tivesse pedido.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

"Sou demasiado orgulhoso para acreditar que um homem me ame: seria supor que ele sabe quem sou eu. Também não acredito que possa amar alguém: pressuporia que eu achasse um homem da minha condição."

(Friedrich Nietzsche)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Isso é um jardim de cinzas

Engraçado...
Estive refletindo e percebi o quanto as pessoas se acostumam e se entregam umas as outras com tanta facilidade.
As pessoas pensam sempre que sabem tudo sobre as outras. Que sabem, até, a personalidade das mesmas. É claro que precisamos dar créditos a outrem, para ter um certo nível de entrosamento, porém, sou contra confiar demasiadamente, sou muito desconfiada. Não podemos esquecer do que o ser humano é capacitado a fazer! O mundo jamais foi esse jardim florido, que muitos, ilusoriamente, passam e definem por aí. Estou escrevendo sobre isso, por que me intriga a "ingenuidade" investida de alguns, principalmente dos que estão a minha volta. É meio que um: "Abre-o-olho-fulano".
E digo por experiência própria: Passar pelas mãos de um psicopata e sobreviver, é como viver uma morte indefinida. Pois você perde toda a sua parte sensível, todo o seu "ar" de inocência. Você se adapta a viver e conviver com uma ferida aberta, uma cicatriz não cicatrizada... É algo indefinível, um dolo a nossa estima.
Pense nisso!

Lorena Lima

sábado, 22 de outubro de 2011

Eu não quero brigar

Eu amo o cheiro do seu cabelo,
Eu amo o nosso amor
Assim sem dor-de-cotovelo.
Vamos pra bem longe daqui,
O vira-lata e a gata
Meu bem, pode levar o novelo.

O nosso amor não é só
De pele e de pêlo,
Se quiser ter um neném
Tudo bem, vamos tê-lo.
O nosso amor
Vai da água pro vinho,
Às vezes é feito baixinho
Às vezes acorda o vizinho
Penso em você e o meu
Coração se aquece,
Penso em nós dois e as
Peripécias da espécie

Esquece a nossa última briga
Lembra o primeiro beijo
E ouça essa cantiga

Eu não quero brigar mais não
Eu quero você toda pra mim
Vou começar pedindo a tua mão
Você é aquela que o meu coração habita
Única e favorita,
Estrela da minha vida
e da minha escrita
Eu vivo sorrindo de orelha à orelha
Você com a pele bonita
Que fica sempre vermelha,
Quando eu te amo,
De forma infinita.
Somos Bambam e Pedrita

Eu não quero brigar mais não
Eu quero você toda pra mim
Vou começar pedindo a tua mão
Eu quero uma mulher normal do povo,
Não quero uma mulher global de novo
Quero uma mulher que me ame
no Natal e no Ano Novo
Amor do caviar, do pão com ovo
Namoro num fusquinha ou num volvo

Frejat

domingo, 2 de outubro de 2011

Ela está tão só...

Só, só ela estava...

Na pracinha movimentada, com crianças, estudantes, idosos, pessoas à sua volta...

À espera de um milagre, algo que a deixasse feliz. Pois seu coração está deserto, frio e sombrio. Essa menina de 20, que horas parece ter 30 e outras 10. Tão só... Ela está tão só...


A solidão muitas vezes “amarga e resseca” as pessoas. Tornando-as deprimidas, carentes e, até mesmo, com problemas de saúde. É um transtorno, não só para o lado sentimental, mas também para o físico. É complicado falar sobre solidão. Pois nem sempre é ruim estar só. Há muitos momentos, em que a solidão, é o melhor “remédio”. Pois bem! Isto é, “momentos”, não algo constante e predominante.

Uma coisa é certa: Por mais que vivamos em “grupos”, estamos sempre sozinhos. A vida ora nos parece fácil de entender, outra é como uma gigantesca incógnita, um verdadeiro enigma.


Essa menina queria tantas coisas... Mas a vida fica complicando e impondo obstáculos o tempo todo para empreitar cada vez mais sua jornada. Colocando pedras, ladeiras e até mesmo muralhas para que seja mais tardia a sua busca pela realização de seus sonhos e objetivos.

Só nos resta esperar para ver qual será o destino dessa menina tão triste e solitária.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

"Pequena-grande alma"


Em mãos viris e calmas entreguei minha "pequena-grande" alma, mas essas menosprezou-a.
A vida então se entrelaçou ao senhor tempo e, quando dei-me conta, já não sentia mais sua ausência e havia recuperado' minha pequena-grande alma.
Supostamente me perguntei: - Será mesmo que tenho uma alma? Percebo a cada instante que não sou mais capaz de sentir a prenseça de Eros e Psiquê em minha vida, rs. Vejo também que o amor não foi feito para mim. Ou talvez eu é que não fui feita para ele. Sinto a incapacidade de amar. Tenho, com constância, o péssimo, ou não, presentimento de que ficarei sozinha para o resto da vida. Isso, ironicamente, me deixa confusa. Num estado de contentamento pessoal e, em outro, entristecida. Gostaria mesmo de alcançar o sentido disso tudo.

Lorena Lima

domingo, 18 de setembro de 2011

Agora sou vovó! rs

São tão fofoletes!!! Own...


Sou vovó e, detalhe, de 4!!! Huhauahuah...
Minha cadelinha, Clarice Lispector, teve quatro filhotinhos e está no auxílio maternidade. A parte mais engraçada é que o Manolo (papaguaio do meu irmão), assumiu o lugar dela e fica latindo pra proteger a casa... Heheheheh'
Vai vendo, essas criaturinhas são um barato... rs